Além
dos ambientes externos os ambientes fechados também podem causar mal à saúde.
Contra isso, o presidente do Conselho Regional de Biologia de São Paulo, Mato
Grosso e Mato Grosso do Sul afirma que, com as plantas certas, é possível
reduzir a ação dos poluentes e deixar o ar mais puro.
Estudos
indicam 10 espécies plantas de fácil cuidado, de manutenção simples. Além dos
benefícios que elas trazem para o ambiente,
por ajudar a manter o ar mais puro, também darão mais beleza ao espaço.
Confira as espécies recomendadas e seus benefícios:
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Aloe Vera ou Babosa-Ótimasfiltradorasde ar
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Areca Bambu -alta açãoumidificadorado ar
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Azaleia -ajuda a remover do ar substâncias químicas presentes em
móveis de madeira prensada
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Crisântemo -consegue filtrar obenzeno, substância
comum no fumo de tabaco capaz de causar sérios problemas sanguíneos
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Espada de São Jorge -Além de absorver certas toxinas do ar,
convertegás carbônicoemoxigênio– que pode garantir um sono
ainda mais tranquilo durante a noite
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Ficus -age contra poluentes como formaldeídos, tricloroetilenos
e benzenos - comuns emcarpetes,tapetese mobiliários em geral
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Gerbera -é
indicada para eliminar resíduos decigarros, charutos e cachimbos.
Também converte gás carbônico em oxigênio durante a noite
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Jiboia -Age especialmente contra o formaldeído, substância que
pode causar dificuldade respiratória,enfisemae irritação nos olhos
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Lírio da Paz -Por ser considerado um dos maiores purificadores
naturais do ar, o Lírio da Paz ajuda a diminuir o nível de toxinas do ar
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Samambaia Boston -atua contrapoluentesdo ar e também auxilia a
umidificar o ambiente.
Por Jacob Bunge | The Wall Street Journal / Editado e Resumido
O Google Inc. está fincando um pé no cada vez
mais aquecido setor agrícola, investindo em um
sistema que processa dados de sementes e solo
para ajudar agricultores a elevar a produtividade e
economizar dinheiro.
Ontem, a Farmers Business Network Inc.
encerrou uma rodada de captação de US$ 15
milhões liderada pela Google Venture, a divisão de
capital de risco do Google. A "startup" pretende usar os recursos para expandir seu
serviço de análise de lavouras para mais Estados americanos e culturas.
A empresa, que é sediada em San Francisco e foi criada em janeiro de 2014, usa
sistemas de computadores para avaliar dados públicos e privados sobre produtividade
das safras, padrões climáticos e práticas de plantio.
A empresa vende orientações a
produtores sobre como aumentar a produtividade de suas safras e reduzir usos
ineficazes de fertilizantes ou pesticidas.
"Os dados são a ferramenta que vai liderar a próxima onda de ganhos de
produtividade no espaço [agrícola]", diz Andy Wheeler, sócio da Google Ventures que,
com o investimento na Farmers Business Network, vai ganhar um lugar no conselho
de administração da startup. "Estamos nos estágios iniciais de aproveitamento desses
dados.
"
O Google e outros investidores, como a firma de capital de risco Kleiner Perkins
Caufield & Byers, que investe há mais tempo na Farmers Business Network, estão
financiando a empresa nessa área de rápido crescimento, que une o poder
computacional do Vale do Silício às tecnologias de sementes e equipamentos cada vez
mais desenvolvidas que se espalham pelo cinturão agrícola dos Estados Unidos.
A análise de vastos volumes de dados sobre o clima e desempenho de safras pode
ajudar os agricultores a produzir mais milho, soja e outras culturas e eliminar
aplicações desnecessárias de fertilizantes ou pesticidas, segundo as empresas e
produtores.
Firmas novatas como a Farmers Business Network, Farmobile LLC e a FarmLink LLC
alardeiam sua independência das gigantes do agronegócio ao competir por uma fatia
dos investimentos dos agricultores num momento em que a renda de muitos deles
sofre os efeitos de uma queda drástica nos preços dos grãos e da soja desde 2012.
Os produtores que usam o serviço da Farmers Business Network, a um preço de US$
500 por ano, fornecem à empresa dados de produtividade de safras passadas, quais
tipos de sementes foram plantadas, uso de fertilizantes e outras práticas.
A empresa padroniza os dados e os analisa com base em informações de outros
agricultores e no seu próprio banco de dados. Ela, então, devolve ao produtor uma
análise mostrando como está o desempenho de sua lavoura comparado a outras plantadas em solo e com sementes semelhantes e sugere ajustes no plantio e rotação
de culturas. Ferramentas para avaliar o uso de pesticidas e fertilizantes também estão
sendo desenvolvidas.
"Com informações mais transparentes, acreditamos que há um jeito melhor de
plantar", diz Charles Baron, um dos fundadores e vicepresidente de produto da
Farmer Business Network que foi exgerente de produto do Google para projetos de
energia.
Baron diz que o serviço da empresa irá se aperfeiçoar com a adesão de mais
agricultores. Atualmente, ela cobre 2,8 milhões de hectares de lavouras em 17 Estados
e analisa 16 tipos de culturas, como milho, soja, trigo, girassol e grão de bico. Os
recursos captados ontem ajudarão a empresa a se expandir ainda mais nos EUA,
analisar outros tipos de lavouras e desenvolver mais serviços, diz ele.
O investimento também amplia a participação do Google em algumas startups
voltadas para a agricultura e alimentação. A empresa já investiu na Impossible Foods,
uma empresa da Califórnia que está desenvolvendo hambúrgueres e queijos a partir
de vegetais, e na Glanular Inc., de San Francisco, que produz software para gestão
agrícola.
O Google está avaliando outros possíveis investimentos em plataformas que coletam
dados meteorológicos e de plantações, que sistemas como o da Farmers Business
Network podem interpretar para os produtores, diz Wheeler.
"À medida que a população mundial continuar crescendo, vamos continuar
precisando obter uma produtividade cada vez maior dos ativos agrícolas que temos",
diz ele.
Tecnologia está cada dia mais presente no campo; conheça os variados usos dos veículos aéreos não tripulados
POR TERESA RAQUEL BASTOS - GLOBO RURAL
Os drones têm ganho espaço na agricultura e na pecuária. Sua versatilidade vale o investimento, já que podem desempenhar diversas funções na fazenda e têm custo relativamente baixo, variado de acordo com modelo e tecnologias embarcadas.
Listamos 15 usos dos drones na agropecuária:
1- Análise da plantação
É um dos usos mais conhecidos dos drones. Servem para analisar a plantação e detectar pragas e doenças, falhas de plantio, excesso de irrigação, entre outros. São aliados a softwares para análise das imagens captadas. Do alto, é possível analisar a coloração da planta para detectar a presença de fungos, por exemplo.
2- Demarcação de plantio
Para saber em que área plantar, o drone é ideal já que proporciona uma visão do alto de forma fácil e ágil, podem analisar, de acordo com as imagens captadas, quais são as áreas de sua fazenda que estão mais propícias para a semeadura.
3- Acompanhar o desenvolvimento da safra
Para saber se a lavoura está desenvolvendo como o esperado, o "piloto" pode sobrevoar a plantação com a frequência desejada (a cada semana, por exemplo), captar as imagens e depois analisá-las cronologicamente no computador.
4- Pulverização
Essa função ainda está sendo desenvolvida, mas já há protótipos que conseguem embarcar até 18 litros de químicos. Essa aplicação feita pelo drone pode ser mais eficiente pela proximidade das plantas e mais segura por não ter um piloto embarcado.
5- Acompanhamento de pastagem
Do alto, é possível saber quais pastos devem ser reformados e quais estão bons para uso. Se precisar de uma análise detalhada, é possível escolher pontos estratégicos da fazenda para coleta de solo, que será enviada para laboratórios.
6- Monitorar desmatamento
O sobrevoo oferece uma visão ampla de lugares distantes e de difíceis acessos. Logo, com essas pequenas máquinas é possível ir a lugares onde estejam ocorrendo desmatamentos e, com localização precisa, combatê-los.
7- Achar nascentes de água
Como algumas nascentes podem estar em matas fechadas, os drones podem ir a lugares de difícil acesso e encontrar a origem da água.
8- Descobrir onde abrir estradas
Também driblando o problema da mata fechada, é possível determinar do alto quais as melhores coordenadas para abrir estradas.
9- Vigilância
Pequenos e ágeis, foram criados para vigilância em guerras pelos governos, e também para a proteção de áreas vulneráveis como fronteiras. O mesmo uso pode ser adotado na fazenda para vigiar as divisas da propriedade.
10- Achar focos de incêndio
A proximidade do fogo é bastante perigosa e difícil para humanos. Por isso os drones conseguem sobrevoarincêndios para descobrir os focos do fogo e, consequentemente, controlá-los. A tecnologia foi usada para este fim no incêndio do Porto de Santos em abril de 2015.
11- Telemetria
É possível medir propriedades usando as imagens de alta qualidade do drone.
12- Tocar uma boiada
Esse uso ainda é pouco conhecido, mas já é possível tocar a boiada apenas com o drone e muita habilidade. Porém especialistas em bem estar animal ponderam sobre essa função do equipamento, que pode estressar os bichos, causando prejuízos. Veja o vídeo clicando aqui.
13- Contar a boiada
Com as imagens aéreas é possível contar o rebanho sem precisar deslocar um peão para isso.
14- Busca de animais perdidos
Caso um animal se desgarre do rebanho, o drone pode buscá-lo e até tocá-lo de volta para o bando.
15- Facilita a venda da fazenda
Ao invés de deslocar o comprador para sua fazenda, é possível gravar imagens e levá-la para o interessado.
Redação Central - A busca pelo equilíbrio entre a prática constante de exercícios físicos e alimentação saudável tem sido um dilema no cotidiano. No entanto, para a nutricionista Karoline Basquerote e o educador físico Marcus Aurelio Blauth, a solução pode estar no próprio ambiente de trabalho das pessoas.
De acordo com Blauth, um dos limitadores nesta "balança", para quem possui uma rotina de oito horas diárias, é a falta de tempo. Mas ainda assim os intervalos podem ser escapes para passeios curtos em parques, uma partida de futebol, 30 minutos de caminhada ou de exercício de intensidade moderada na academia.
Ele também alerta que a atividade física pode ser dividida em períodos de 15 minutos em intervalos ao longo do dia, não se tornando um problema no ajuste do tempo.
"Atividades em parques, centros esportivos, academias e o futebol de final de semana podem contar para os 30 minutos diários de exercícios físicos de intensidade moderada, recomendados pelo Colégio Americano de Medicina Esportiva", disse.
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"Além disso, a atividade física pode ser fracionada. É possível, por exemplo, fazer 15 minutos pela manhã e mais 15 minutos ao decorrer do dia", explicou Blauth.
"Uma simples mudança de rotina, incluindo atividades físicas e uma alimentação balanceada, pode tornar a vida de qualquer um, mesmo daqueles que trabalham mais de oito horas por dia, muito mais saudável e prazerosa", disse.
Segundo Karoline, independentemente do objetivo, a união desses hábitos é essencial para alcançar os resultados e melhorar o desempenho do organismo nas atividades do dia a dia.
A nutricionista explica que "se os exercícios forem dissociados da alimentação, não há garantia de se alcançar um bom condicionamento físico, por exemplo".
"Doenças cardiovasculares, diabetes, excesso de peso e transtornos mentais são os maiores problemas enfrentados na sociedade contemporânea. O cuidado com relação à prática de atividade física, aliado a bons hábitos alimentares, é considerado um ótimo investimento em saúde e qualidade de vida", destacou Blauth.
Para Karoline, outro erro cotidiano é se preocupar muito com as calorias da dieta, quando "o importante é buscar os nutrientes nos alimentos a serem consumidos".
"Ao ajustar corretamente a dieta ao gasto calórico diário é possível um equilíbrio perfeito nessa balança", afirmou a especialista.
Quanto aos exercícios, o educador físico Marcus Aurelio Blauth é enfático: a eficiência está relacionada aos objetivos de cada indivíduo.
"Não podemos indicar, por exemplo, uma atividade aeróbica (aumenta o consumo de oxigênio e a frequência cardíaca) para um aluno que deseja ganhar massa muscular. Nesse caso, o mais indicado seria uma atividade anaeróbica com alta intensidade e curta duração", disse Blauth.
A dica dele é montar um programa de atividades físicas mesclando sempre atividades aeróbicas e anaeróbicas, melhorando a resistência cardiovascular e fortalecendo a estrutura corporal. E ele reforça que "as atividades físicas devem sempre se adequar a uma alimentação balanceada".
Fonte: Revista EXAME / http://www.efe.com/efe/noticias/america/2
Mariana Vasconcelos, de 23 anos, criadora do Agrosmart (Foto: Divulgação/Agrosmart)
Um aplicativo que conecta o agricultor à sua plantação, reduzindo o consumo de água na irrigação, rendeu a uma brasileira de 23 anos uma bolsa para estudar em uma universidade na Califórnia ligada à Nasa (a agência espacial americana).
A administradora Mariana Vasconcelos, que mora em Itajubá (MG), foi selecionada entre mais de 500 pessoas para representar o Brasil como bolsista na Singularity University. A instituição, que funciona em um centro de pesquisa da Nasa no Vale do Silício, na Califórnia, selecionou empreendedores de 19 países para seu programa de imersão “Call to Innovation”.
Criada na fazenda do pai, Mariana desenvolveu em 2014 o Agrosmart, um aplicativo que promete tornar as plantações “mais inteligentes”.
A tecnologia utiliza sensores espalhados pelo campo, que avaliam a umidade do solo e a presença de pragas, entre outros parâmetros. Esses dados são interpretados pelo aplicativo, que indica ao agricultor os intervalos de irrigação e outras variáveis em tempo real.
Segundo Mariana, a tecnologia proporciona uma economia de água de até 60%. “A gente entende exatamente a necessidade hídrica da planta e calcula todo dia quanto deve irrigar. Às vezes, por desconhecimento, o agricultor utiliza uma quantidade de água muito acima do necessário”, explica.
No Brasil, cerca de 70% da água é utilizada na agricultura, segunda a Agência Nacional de Águas (ANA).
Economia de energia
Mariana com os sócios Raphael Pizzi e Thales Nicoleti (Foto: Divulgação/Agrosmart)
Mariana afirma que, além da economia de água, o app também gera economia de energia elétrica e aumento da produtividade. Diz ainda que seu uso é simples. “Queria algo que falasse a linguagem do agricultor. Tenho contato constante com eles, sei de suas dificuldades diárias”, afirma ela, que tem mais três sócios no empreendimento e outros cinco funcionários.
Por enquanto, o Agrosmart está sendo usado em duas fazendas de Minas Gerais, como teste. Em maio deve começar sua comercialização, afirma Mariana. Sua meta é atingir outras dez fazendas até julho e 35 até o fim do ano.
Mariana vai para os EUA em junho. A bolsa custeia suas despesas com passagem, hospedagem e alimentação. Na volta, ela terá direito a fazer um MBA na faculdade de tecnologia Fiap, que representa o programa da Singularity no Brasil.
As lavouras tiveram valor de R$ 295,3 bilhões e a pecuária, R$ 186,2 bilhões
Mesmo com preços agrícolas menores para diversos produtos em relação a 2014, a perspectiva de produção de grãos da ordem de 200 milhões de toneladas de grãos, coloca o Valor Bruto da Produção (VBP) no maior nível desde 1990, de R$ 481,6 bilhões. Na pecuária, o VBP foi de R$ 186,2 bilhões, crescimento de 4,4%, e nas lavouras, o valor foi de R$ 295,3 bilhões, queda de 2,3%, se comparado ao ano passado. As lavouras representam 61,3% do VBP e a pecuária, 38,7%.
Entre os produtos da lavoura com melhor desempenho estão a mamona, com aumento de 106,9%; pimenta-do-reino, 31%; cebola, 23,6%; trigo, 6,7%; feijão, 3,1%; café, 2,6% e soja, 2,4%. Na pecuária, os destaques são para a carne bovina, com aumento de 11,2% no VBP, seguida pela carne suína (3,3), ovos (2,4%) e frango (1,4%).
Os resultados por região continuam mostrando liderança do Sul, com VBP de R$ 138,5 bilhões, seguido pelo Sudeste, R$ 128,3 e Centro-Oeste, R$123,6 bilhões. Por último estão o Nordeste, com R$ 49,3 bilhões e Norte, com R$ 26,9 bilhões. Entre os estados, os destaques são Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Bahia, Pará e Tocantins. Os dados são da Assessoria de Gestão Estratégica (AGE) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Fonte: Ascom
A Syngenta informou que alcançou um universo de 15,3 milhões de pequenos produtores rurais, sobretudo da Ásia, no primeiro ano de implementação do "The Good Growth Plan", iniciativa global de fomento à produção sustentável de alimentos lançada em 2013 pela multinacional suíça. Seis compromissos foram estipulados nesse sentido, com metas a serem atingidas até 2020.
Segundo a companhia, 800 mil hectares de solo cultivável, mas à beira da degradação, foram beneficiados globalmente nas propriedades desses produtores graças a um incremento na fertilidade (a meta total para 2020 é chegar a 10 milhões de hectares) e outros 700 mil hectares de paisagens agrícolas foram impactadas com a elevação da biodiversidade (de um total de 5 milhões a ser atingido).
Além das melhorias nas áreas rurais e nos modos de produção, o programa prevê, ainda, condições justas de trabalho na cadeia produtiva e a capacitação de trabalhadores rurais 4,7 milhões de pessoas receberam treinamento de segurança no ano passado.
"A atualização do plano certifica o progresso realizado no primeiro ano do 'The Good Growth Plan'. Ele também mostra que há muito a fazer se quisermos alcançar as metas desafiadoras que nos propusemos para 2020. Mas devemos ser encorajados pelo fato de que agora temos a capacidade de medir, monitorar e gerenciar melhorias na
produtividade da terra e de eficiência dos insumos. Isso melhora muito a nossa capacidade de ter um impacto profundo e positivo para os agricultores e comunidades rurais", afirma, em nota, Mike Mack, CEO da Syngenta,
Conforme a nota, a escala e o rigor dos dados recolhidos pela Syngenta auditados e validados por empresas independentes sobre produtividade da terra, eficiência de fertilizantes, pesticidas, água e energia na produção agrícola reforçarão a base de informações e análises já disponíveis para o setor.
No Brasil, a múlti trabalha em parceria com a The Nature Conservancy (TNC) em um programa de regularização ambiental dos produtores rurais da região do Alto Teles Pires, em Mato Grosso. A parceria já mapeou em quatro anos cerca de 7 milhões de hectares de nove municípios no Estado o
equivalente a 8.100 fazendas e identificou 38 mil hectares degradados de Áreas de Preservação Permanente (APP), como as matas às margens dos rios.
Fonte: VALOR ECONÔMICO - http://www.valor.com.br/agro/3965822/estimulo-de-peso-para-praticas-sustentaveis
O plantio da segunda safra de milho avança para o final, mas as negociações do grão seguem pontuais, com produtores mais atentos à comercialização da soja. Nos últimos dias, porém, devido às chuvas e à forte valorização do dólar, as negociações da soja no mercado spot também estiveram lentas. Com produtores retraídos e consumidores de milho precisando reabastecer estoques, os preços do grão se mantêm firmes. De acordo com colaboradores do Cepea, muitas indústrias ainda encontram dificuldades para receber o milho de outros estados em razão da baixa disponibilidade de caminhões, que se encontram empenhados no escoamento da soja. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), fechou a R$ 29,56/sc na terça-feira, leve queda de 0,2%. No mês, porém, a alta é de 2,07%. Se considerados os negócios também em Campinas, mas cujos prazos de pagamento são descontados pela taxa de desconto NPR, o preço médio à vista foi de R$ 29,98/sc, queda de 0,6% em sete dias, mas avanço de 1,83% na parcial de março. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )
Saiba como preparar as mudas em bandeja, evitar que as folhas queimem no roçado e, ainda, como escolher e conservar a hortaliça
POR REDAÇÃO GLOBO RURAL
Saiba como plantar, cuidar, escolher e conservar a alface (Foto: Marina Salles/ Ed. Globo)
Fonte de sais mineirais, principalmente de cálcio e vitamina A, a alface tem baixíssimo valor calórico. Cada 100 gramas da hortaliça não apresentam mais do que 9 calorias. Além disso, ajuda a regular o funcionamento do intestino, dada a boa quantidade de fibras que possui. Abaixo, você confere quatro dicas especiais sobre como preparar as mudas em bandeja, evitar que as folhas queimem no roçado e sobre como escolher e conservar a hortaliça:
1) Mudas de alface. O cultivo da alface geralmente é feito com o uso de mudas para transplante posterior. Preparadas com substratos comerciais em bandejas, obtêm melhor rendimento do que suas sementes; tanto quanto a uniformização das mudas, controle fitossanitário e dano às raízes no momento do transplante. Segundo Warley Marcos Nascimento, pesquisador e chefe-adjunto de transferência de tecnologia da Embrapa Hortaliças, as bandejas mais recomendadas são as de plástico com 200 a 288 células, embora atualmente vários produtores utilizem unidades que chegam a 400 células. Com o objetivo de suprir a função do solo – fornecendo à planta sustentação, nutrientes, água e oxigênio – "os substratos podem ter diversas origens, como animal (esterco e húmus), vegetal (tortas, bagaços, xaxim, serragem e fibra de coco), mineral (vermiculita, perlita e areia) e artificial (espuma fenólica e isopor)", afirma o consultor. Warley também diz que às vezes, é necessária uma suplementação de nutrientes, como adição de fertilizantes durante a formulação do substrato, ou irrigações/pulverizações realizadas com solução nutritiva durante o desenvolvimento das mudas. "Recomenda-se cobrir as sementes com 0,5 a 1 centímetro de solo ou substrato e, após a semeadura, colocar as bandejas em local com temperaturas amenas (20ºC)", completa. Outro fator importante é o manejo adequado de água, que pode ser irrigada por nebulização, microaspersão e subirrigação. Independente do sistema adotado, a água deve ser de boa qualidade e fornecida na quantidade e no tempo certo. As mudas costumam estar prontas para transplante dentro de 20 a 25 dias.
2) Hortaliças queimadas. De acordo comCarlos Alberto Lopes, fitopatologista da Embrapa Hortaliças, a necrose ou “queima” das pontas das folhas de alface é normalmente provocada pela deficiência de cálcio. Já o apodrecimento das folhas mais velhas, em contato com o solo, pode ocorrer devido ao ataque do fungo de solo Rhizoctonia solani. No entanto, para resolver esse problema, é necessário que o diagnóstico seja preciso. O consultor recomenda a checagem no livro “Doenças da Alface”, publicado pela Embrapa Hortaliças, que auxilia na identificação das enfermidades e oferece alternativas de controle para cada uma delas. De qualquer maneira, é importante que a horta seja localizada em lugar bem ventilado e que se faça uma análise de solo, para ver a necessidade de complementação com fertilizantes. Normalmente, o uso de esterco bem curtido supre a necessidade do alface por nutrientes elementares.
3) Como escolher a alface no mercado. Quando o intuito é comprar o pé de alface, as folhas devem estar firmes, brilhantes e sem áreas escuras. Agora, se você vai comprar a alface picada ou embalada, vale redobrar a atenção. Nesses casos, é fundamental que o produto esteja exposto em gôndolas refrigeradas. Evite comprá-lo quando as folhas estiverem murchas, amarelecidas ou com pontos escuros.
4) Aprenda a conservar a alface. Chegando em casa, o mais indicado é colocá-la na geladeira. De preferência na parte inferior, onde a temperatura é mais amena. Na geladeira, deve ser mantida em saco plástico e ter as folhas retiradas de acordo com a necessidade de consumo. Recomenda-se que o consumo seja feito em no máximo três ou quatro dias. Quando picada, deve ser mantida na embalagem original ou em vasilha de plástico tampada, por um período de dois a três dias. A alface não tolera o congelamento.
As atividades desenvolvidas em uma propriedade rural são muitas e complexas, mas basicamente, o produtor rural que deseja ter uma fazenda sustentável deve seguir as seguintes regras:
* planejar estrategicamente o desenvolvimento da propriedade;
* conhecer todos os requisitos legais do negócio;
* ter uma postura proativa em relação à gestão dos aspectos trabalhistas e ambientais;
* oferecer treinamento e capacitação da mão de obra da propriedade;
*fornecer aos colaboradores condições de trabalho de acordo com a legislação vigente;
* preocupar-se com o bem estar das pessoas que vivem na propriedade;
* utilizar tecnologias e soluções inovadoras;
* reduzir o consumo de recursos como matéria-prima, energia e água;
* instalar sistemas que possibilitem a reutilização de produtos e uso de materiais alternativos;
* utilizar produtos que causem menor impacto ao meio ambiente e adotar boas práticas agrícolas de produção.